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Especialistas alertam que segurança do trabalho vai além do uso do EPI

“A segurança do trabalhador vai muito além do uso do equipamento de proteção individual. Ela depende de uma cultura que envolve toda a sociedade”.

A afirmação foi feita pelo procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia, Alberto Balazeiro, durante a abertura de seminário realizado na manhã desta segunda-feira (24/04) na sede do órgão, no Corredor da Vitória. O Evento foi promovido pelo Fórum de Proteção ao Meio Ambiente do Trabalho do Estado da Bahia (Forumat) e integra a programação do Abril Verde que se estende durante toda a semana, dedicada a discutir a questão do meio ambiente laboral, e os aspectos de saúde e segurança.

O evento contou com a participação de representantes de diversos órgãos ligados à questão do trabalho e de organismos sindicais. Ele integra a programação em alusão ao Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, celebrado em 28 de abril. Na terça-feira (25/04), o debate será realizado na sede do Cesat, também no Corredor da Vitória, a partir das 9h. Dessa vez, o tema será a Reforma Previdenciária e os impactos na saúde do trabalhador. À tarde, o tema será Acidente de Trabalho, dessa vez reunindo os participantes no auditório do Dvis, na Avenida Vasco da Gama, a partir das 14h. A programação conta ainda com ato público na quarta (26/04), às 7h, em frente ao Condomínio Santa Vitória, na Vitória.

A abertura dos trabalhos contou com a participação, além de Balazeiro, do desembargador Luiz Roberto Matos, representando o Tribunal Regional do Trabalho (TRT5) e falando em nome do programa Trabalho Seguro, que ele preside no TRT5. Matos lembrou é preciso humanizar as relações de trabalho. “Temos que difundir a ideia de que o ser humano tem que estar à frente do lucro”, pontuou. Para a superintendente regional do trabalho na Bahia, Gerta Fahel, é importante que os órgãos exerçam a tutela das relações trabalhistas. “Doença e acidente de trabalho não podem ser tratados apenas como estatística. Precisam ser combatidos”, afirmou.

Já a presidente da Associação dos Magistrados Trabalhistas da Bahia, Rosemeire Fernandes, lembrou que “as instituições e a sociedade civil precisam estar sempre atentos para que o sistema jurídico ofereça meios para o combate ao adoecimento e aos acidentes de trabalho”. Já a presidente do Forumat, Jessevanda Galvino fez questão de relatar os esforços de todos os órgãos e entidades participantes do fórum para debater o tema e levar suas preocupações sobre saúde e segurança no trabalho a toda a sociedade. “Todos os dias desta semana estaremos nos reunindo em locais diferentes para reforçar essa mensagem de prevenção e mudança de cultura”, reiterou.

O representante da Secretaria Estadual do Trabalho (Setre), Alessandro Reis, lembrou que “vivemos uma conjuntura difícil e por isso é preciso debater e enfrentar a situação”. Já a diretora de Vigilância e Atenção à Saúde do Trabalhador a médica Letícia Nobre, fez questão de definir a ameaça de aprovação da reforma trabalhista em regime de urgência pelo Congresso como um momento de “ruptura democrática”. Ela lembrou do auditor do trabalho Luís Carlos Correia Oliveira, que dizia que “falta democracia no ambiente de trabalho”.

O evento contou ainda com a participação da procuradora do trabalho Letícia Vieira, que junto com Jessevanda Galvino coordenou a meda de debates que teve ainda o presidente do Sindicato dos Bancários, Augusto Vasconcelos, e o presidente da Abea, entidade que reúne trabalhadores vítimas das atividades de extração e processamento de amianto no município de Simões Filho, Belmiro Santos.

Forumat - O Fórum é Integrado por instituições públicas, representantes das três esferas de governo (municipal, estadual e federal), por representações de trabalhadores e de empregadores, além de outras da sociedade civil. Realiza ações no âmbito estadual, com objetivo de debater situações de risco decorrentes das atividades laborais nos ambientes de trabalho. As iniciativas buscam, em conjunto com outros atores sociais, traçar estratégias e construir propostas de melhoria das condições de trabalho.

 

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